As 10 coisas que toda “mãe solteira” precisa saber!

Mulheres querem ser 165377

CoparentalidadePais AmigosTaline Schneider. Uma Rede Social para o encontro de pessoas que querem planejar, conceber, criar e educar um filho, sem a necessidade ou obrigatoriedade de um relacionamento conjugal, romântico ou, até mesmo, sexual entre os genitores. Afinal, tratam-se de seres humanos, com sentimentos. Dos 2. O documento deve ser elaborado com o suporte de um advogado de família sem preconceitos e registrado em cartório. Toda a plataforma Pais Amigos foi pensada com muito amor, carinho e cuidado, para garantir, além de um ambiente seguro, privacidade.

É pensar e estar com ele no meu pensamento 24 horas por dia. É me preocupar, é sentir esse medo, acho que até mesmo um medo de perder. Gerar, parir, dar, maternar. É viver entre o tal instinto materno, o amor incondicional, a responsabilidade vivida sozinha e compartilhada também. Entre as noites mal dormidas da maternidade real, a carga de defender e a carreira profissional. Mas entre tantas semelhanças e diferenças, cada uma sabe as dores e as delícias de colocar e educar uma pequenino nesse mundo. Só elas sabem da culpa e do orgulho também.

Padecer no paraíso em dobro? Mas exatamente hoje penso como deve ser restante leve essa jornada para quem tem alguém ao lado no dia a dia. Na antiga escolinha da minha filha, para mim, no começo, idade difícil falar, por exemplo, para os pais dos amiguinhos dela que eu era sozinha. E nem era por culpa deles. Ninguém nunca me julgou. Esse eco da família ideal inconscientemente me acompanhou na vida adulta. Chega até a ser tragicômico.

Novas opções, antigos dilemas: mulher, família, enfiada e relacionamento no Brasil I. New options, old dilemmas: women, close relationships, marriage, and career in Brazil. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Endereço para correspondência.

Esses dias perguntamos no nosso perfil no Instagram blogjustrealmoms o que nossas seguidoras gostariam de ler aqui no blog. Quando se tem filhos, na maioria das vezes, os pais naturalmente se dividem de acordo com suas próprias personalidades: um acaba sendo mais mole e bonzinho e o outro faz o papel do mais rígido. A psicóloga e escritora Dra. Olga Tessari.

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