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Casais que procuram 482494

Crédito, Getty Images. Pela lógica, essa vantagem evolutiva também poderia ocorrer no caso de humanos. No entanto, por mais intuitiva que essa ideia pareça, as tentativas de comprovar cientificamente essa hipótese falharam. Agora uma equipe de psicólogos da Universidade de Amsterdam, na Holanda, acredita ter a resposta. O grupo desenvolveu uma abordagem bem mais sofisticada e mais atenta a nuances do que as pesquisas anteriores. Sobre o quanto essas semelhanças afetam os relacionamentos, a pesquisadora-chefe Manon van Scheppingen e seus colegas explicam que quase todas as pesquisas anteriores tiveram uma abordagem do tudo ou nada, sem levar em conta algumas questões mais sutis. Por exemplo, o senso comum sugere que, se ambos os parceiros têm alta conscienciosidade ligada à autodisciplinaa semelhança nesse caso é benéfica.

Pior: no fim das contas, ninguém se lembra direito por que a combate começou e onde é que ela vai parar. Mas o desgaste que o episódio provoca fica por muito tempo e pode causar marcas muitas vezes irreversíveis. Brigar dói, cansa, coisa tristeza depois, além de ser chato pra burro. Mesmo sabendo disso, por que raios os casais ainda insistem em brigar tanto? Até aí, vida normal. O estranho, diz a psicanalista americana Mary Jacksch, é usar uma briga para lavar-roupa suja, apontando com o dedo em riste o que se considera que sejam os piores defeitos do parceiro. Ah, sim: e esqueça a toalha molhada, por obséquio. O antropólogo Edgar de Assis Carvalho, da PUC-SP, também atribui ao estímulo consumista o nascimento de uma nova maneira de pensar, em que importaria mais colecionar namoros do que ter um casamento só, para a viver toda.

Mas os tempos mudaram. Pelo menos é o que aponta um estudo do site Ohhtel. E mais: a cada 17 segundos uma nova mulher em busca de relações extraconjugais entra nesta rede. Outra rede social também voltada ao tema, a Ashleymadison. E único no Dia do Amante, comemorado na quinta-feira 22 , registrou 6. Também tenho clientes fixas que descobriram o que era um orgasmo no quinto ou sexto atendimento. A mulher é diferente do homem, precisa se sentir relaxada e segura para poder entregar-se ao prazer. A mulher costuma dar muitas expectativas em torno de um relacionamento.

O primeiro ano de vida de um filho é a prova de incêndio para a maioria dos casais. A rotina muda e surgem novas responsabilidades, tarefas e um estilo de viver que deixa de ser a dois e passa a ser em tribo. Um estudo com 5 mil homens e mulheres, conduzido pela Open University, no Reino Unido, mostrou que casais sem filhos se consideram mais felizes no relacionamento. Em contrapartida, a pesquisa mostrou que mulheres com filhos se sentem mais completas nos outros âmbitos da vida. Quando as discussões mantém o respeito, elas podem ocorrer mesmo na frente das crianças.

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